Com DNA acadêmico GeoIA atende gigantes como Raízen, gerando economia milionária e proteção ambiental em diversos estados
Tecnologia desenvolvida pela startup GeoIA capaz de mapear áreas de cana-de-açúcar e de soja, identificando falhas de plantio, os traçados das linhas, plantas daninhas e anomalias específica evita a aplicação excessiva de insumos químicos, um dos maiores gargalos financeiros do agronegócio.
Com esse diagnóstico, aumentam a eficiência das aplicações de defensivos, reduzindo em 82,29% os custos com pulverização, garantindo uma produção mais sustentável e de alta precisão.
Agtech fundada dentro da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), por professores com referência internacional em geomática e IA, a startup ganhou tração de mercado ao incorporar em seu C-Level os fundadores da Routeasy, Pedro Cavalcante (CEO) e Caio Reina (CRO).

Gramínea porte baixo Foto GeoIA/Divulgação
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Referência
Segundo Cavalcante, empreendedor serial com êxito no setor de logística, a fusão entre o rigor científico e a agressividade de mercado transformou a GeoIA em uma referência rápida, sendo comparada nos bastidores como a “OpenAI do Agronegócio” devido à sua capacidade de processamento de dados e aprendizado de máquina adaptável a diferentes culturas e relevos.
“A tecnologia da empresa já opera nas maiores usinas do setor sucroenergético do país. A primeira operação ocorreu atendendo uma demanda urgente da Raízen: mapear falhas e linhas de plantio em 60.000 hectares em apenas 10 dias. Hoje, a carteira de clientes inclui nomes como Tereos, Adecoagro, BP Bioenergy e COFCO”, relata o CEO.
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Outras folhas largas Foto GeoIA/Divulgação
Leitura inteligente
A partir dessa leitura inteligente, o algoritmo identifica falhas de plantio e focos exatos de infestação, gerando mapas de aplicação localizada. Esses dados são inseridos diretamente no maquinário agrícola, que executa o “Spot Spraying”, pulverizando o defensivo exclusivamente onde a IA indicou a presença da planta daninha, eliminando o desperdício em áreas sadias.
Para Cavalcante, o diferencial está na velocidade de resposta, vital para culturas como a soja. “Entramos no setor percebendo uma carência enorme de empresas capazes de operar IA em larga escala com velocidade. Na soja, por exemplo, o ciclo é curto, de 120 dias. A resposta precisa ser imediata. Nossa arquitetura de IA é proprietária, projetada especificamente para cenários complexos do agro, o que nos permite entregar assertividade científica com a velocidade que o mercado exige”, afirma o empresário.
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Linhas + linhas gêmeas Foto GeoIA/Divulgação
Retorno Sobre o Investimento
Caio Reina, cofundador e CRO da GeoIA, completa que, do ponto de vista financeiro, a eficiência da ferramenta impacta diretamente a planilha das empresas que administram as lavouras.
Ele destaca o Retorno Sobre o Investimento: “Quando comparamos a nossa pulverização localizada com o método tradicional, a economia de insumos supera os 82%. Isso não é apenas sustentabilidade ambiental, é eficiência de caixa. O ROI é elevadíssimo porque transformamos um custo fixo de insumos em um custo variável inteligente. Estamos entregando para o CFO da usina a certeza de que ele só está gastando o necessário, blindando a operação contra desperdícios”, sublinha Reina.








