Veja o que fazer nos primeiros dias do seu novo pet em casa (Foto: Divulgação Zoetis)
Resgatar um animal de rua é um ato de amor e que proporciona enorme alegria – tanto para o pet, quanto para o responsável. Animais resgatados muitas vezes são vítimas de maus-tratos e de abandono logo quando nascem, e são expostos a diversas dificuldades no tempo de vida que passam sem um lar.
Tais experiências podem impactar negativamente sua saúde e, ao adotar um bichinho com esse histórico, é preciso que o novo responsável esteja preparado para oferecer atenção e suporte veterinário desde o primeiro momento – um compromisso que exige responsabilidade, mas é recompensado com um afeto incondicional.

Ao adotar um pet, é preciso que o novo responsável esteja preparado para oferecer atenção e suporte veterinário desde o primeiro momento. Foto: Divulgação Zoetis
O primeiro passo após o resgate deve ser a avaliação veterinária. Muitos animais de rua sofrem de desnutrição, infecções, verminoses e doenças silenciosas – que podem não ser identificadas inicialmente, mas que são perigosas tanto para o pet, quanto para as pessoas e outros pets que irão conviver com o novo integrante da família.
A consulta com um médico-veterinário permite uma avaliação inicial para identificar possíveis doenças infecciosas, parasitárias ou qualquer alteração que precise de atenção imediata, além de uma análise sobre aspectos como idade, expectativa de tamanho e temperamento. Por isso, a busca pelo especialista é extremamente necessária.
Após a primeira visita ao veterinário e os devidos procedimentos para estabilizar a saúde do pet, é necessário realizar a desparasitação, que inclui vermifugação e controle de pulgas e carrapatos. Na sequência, é preciso iniciar o processo de vacinação, para que o animal se recupere completamente e esteja preparado para uma convivência saudável no novo lar.
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Cuidados essenciais
Segundo a médica-veterinária Paula Pinheiro, o resgate de um animal em situação de abandono exige atenção imediata à saúde do pet e ao controle sanitário do ambiente onde ele será inserido. “Do ponto de vista clínico, é fundamental adotar um protocolo de avaliação e tratamento que contemple diagnóstico inicial, controle de parasitas e imunização”, acrescenta.

O resgate de um animal em situação de abandono exige atenção imediata à saúde do pet e ao controle sanitário do ambiente onde ele será inserido. Foto: Divulgação Zoetis
Além de garantir o bem-estar do pet, ao incorporar esses medicamentos ao protocolo de acolhimento é possível prevenir a transmissão de doenças a outros animais e pessoas, promovendo um ambiente mais seguro e saudável para todos.
Por fim, é essencial respeitar o tempo de adaptação do pet, especialmente se houver outros animais em casa. Cada animal possui o seu próprio ritmo para se sentir seguro no novo ambiente, e tentar apressar essa fase pode aumentar o estresse. Proporcionar um espaço tranquilo, oferecer uma alimentação adequada e manter o acompanhamento veterinário são atitudes que fazem toda a diferença nesse processo.








